“A visita a estas unidades de saúde é importante para eles conhecerem a nossa realidade e terem noção dos equipamentos, especialidades e medicamentos que disponibilizamos para a comunidade currais-novense”, disse Gabriella. Na Farmácia, os cubanos não tiveram nenhuma dificuldade na identificação dos medicamentos. “A linguagem farmacêutica de Cuba e do Brasil é a mesma, portanto, não teremos nenhuma dificuldade em prescrevermos”, disse Nairovis De La Cruz Prevost.A coordenadora da Atenção Básica apresentou um perfil epidemiológico da cidade, levantamento que está sendo estudado pelos profissionais há mais de três semanas. “A maioria das patologias é conhecida deles, e todos são especialistas na medicina preventiva, de atenção básica”, afirmou Gabriella.

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