Caso a vontade da comissão seja ratificada pelo plenário da Casa, cassinos, jogo do bicho, pôquer, bingos e jogos eletrônicos a dinheiro deixarão a clandestinidade. Os deputados defensores da legalização dos jogos de azar argumentam que o Estado poderia arrecadar recursos com a taxação da prática – o que é visto com bons olhos no atual cenário de crise econômica. O tema é polêmico e enfrenta resistências no Congresso, sobretudo de parlamentares ligados a igrejas.

