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A derrota na decisão da Copa do Brasil para o Cruzeiro, nos pênaltis, pesou mais uma vez nos ombros de Muralha. "Massacrado o ano todo", como ele mesmo disse em entrevista ao repórter Eric Faria, na tarde desta sexta-feira, no Ninho do Urubu, o goleiro reagiu às críticas.
Falou do papo com o preparador de goleiros Victor Hugo na véspera da decisão, lembrou da família, da dor que a mãe está sentindo pelo momento delicado no Flamengo, da origem humilde e de todos esforços até chegar ao ápice da carreira - ser titular no Rubro-Negro, o time de maior torcida do país.
Franco, o goleiro assumiu a estratégia na cobrança de pênaltis, de pular todas para o lado direito. Reforçou que, após os estudos com o departamento de futebol, considerou a melhor estratégia. Mas admitiu que a defesa de pênaltis é um ponto a ser melhorado na profissão. Ele não defendeu nenhuma cobrança diante do Cruzeiro.
PÊNALTIS CONTRA O CRUZEIRO
Saiu matéria botando culpa no pessoal do desempenho do Flamengo. A culpa é do atleta. Infelizmente não defendi pênalti, mas aqui todos ganham e perdem juntos. Tô sendo massacrado o ano todo, sempre em cima de mim a culpa. Acostumei com isso, fiquei mais cascudo. Preparo o psicológico. Vai passar. Muralha não se define em pênaltis e jogos. Em algum momento vai mudar e coisas melhores virão.
Saiu matéria botando culpa no pessoal do desempenho do Flamengo. A culpa é do atleta. Infelizmente não defendi pênalti, mas aqui todos ganham e perdem juntos. Tô sendo massacrado o ano todo, sempre em cima de mim a culpa. Acostumei com isso, fiquei mais cascudo. Preparo o psicológico. Vai passar. Muralha não se define em pênaltis e jogos. Em algum momento vai mudar e coisas melhores virão.
RESPONSABILIDADE
A decisão foi minha, simplesmente minha. Se eu fosse para todos os lados, ficasse parado, não pegasse nada, teria a mesma cobrança, tínhamos que ser campeão para tudo mudar. Não fomos. Estamos aprendendo muito esse ano, é um grupo mais forte, se unindo mais, sabemos onde vamos chegar - disse o goleiro.
A decisão foi minha, simplesmente minha. Se eu fosse para todos os lados, ficasse parado, não pegasse nada, teria a mesma cobrança, tínhamos que ser campeão para tudo mudar. Não fomos. Estamos aprendendo muito esse ano, é um grupo mais forte, se unindo mais, sabemos onde vamos chegar - disse o goleiro.
