Quem nunca sofreu um acidente de percurso durante o sexo? Esquecer a camisinha, ela estourar, ou então aquela pulga atrás de orelha que às vezes fica após a relação sexual - será que aquela camisinha não estava muito velha? Realmente não escapou nada? Estou mesmo protegida?... Estas são situações que levam muitas muitas mulheres a recorrem à pílula do dia seguinte. Ela age inibindo ou retardando a ovulação, impedindo o espermatozoide que eventualmente entrou no útero da mulher de gerar a fecundação, além de provocar alterações no endométrio, bloqueando a implantação do óvulo.
Não existe idade mínima para tomar, basta ter uma vida sexual ativa, mas é importante a orientação de um médico, principalmente em mulheres mais novas, que iniciaram a vida sexual. A conversa com um (a) ginecologista garante que ela não terá problemas no futuro. "Em princípio, seu uso é contraindicado para mulheres com hipertensão descontrolada, problemas vasculares, doenças do sangue e obesidade mórbida - mas são contraindicações relativas, que dependem de avaliação individual", explica a ginecologista Felisbela Holanda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Entretanto, uma solução que parece muito simples pode trazer problemas e não for usada da forma adequada. Conversamos com especialistas e listamos os maiores erros cometidos pelas mulheres ao usar a pílula do dia seguinte:
