É um momento caótico e diferente da realidade que conhecemos ao longo de nossa vida pública. O abismo administrativo contrasta com administrações competentes e proativas de épocas passadas, cada qual com sua característica, mas contribuindo e deixando marcas na história de progresso de nossa terra.
É equivocado dizer que tudo é responsabilidade antiga. Governos acertam e Governos falham, é da natureza do processo administrativo. O que ocorre nos últimos anos é uma situação de descontrole e de ineficiência que iremos apagar com medidas eficientes, modernas e firmes, para fazer funcionar a segurança pública – cujos índices são desastrosos -, a saúde, a educação, o turismo e a geração de empregos com desenvolvimento através de parceria público-privadas.
A insatisfação popular é o reflexo da falta de manejo do atual governo, isolado e sem força política para ensaiar uma recuperação que possa ao menos devolver a autoestima aos potiguares. As estatísticas revelam um Rio Grande do Norte encolhido, acuado diante de números negativos que o colocam sempre na parte de baixo da tabela dos indicadores sociais, não restando alternativa na acirrada briga desenvolvimentista contra estados vizinhos.

