Ronaldo Cordeiro foi liberado do flagrante e ganhou a liberdade. Ele que tinha uma tatuagem no peito dizendo “157”, que é o número do artigo no Código Penal que descreve o crime de assalto a mão armada, chegou a buscar um nova estilo de vida longe dos crimes. Ele estava vendendo iguarias na praia para ajudar a mãe e já tinha sonhos de trabalhar com carteira assinada, segundo familiares ao 190rn.
A imagem do Sagrado Coração de Maria substituiu o símbolo do crime que ele carregava no peito. Ronaldo dizia que era uma homenagem para a mãe. Ele morava com a esposa e a filha nos fundos da casa dos pais, em um cômodo de menos de 20 metros quadrados. Mas na noite deste sábado, Ronaldo foi surpreendido por criminosos que atiraram pelas costas e o executaram em via pública. Ele chegou a ser socorrido pelo pai, Samuel Pereira de Morais, ao Hospital Santa Catarina, mas não resistiu e morreu. A morte de Ronaldo também surpreendeu quem acompanhou sua história de superação. “Infelizmente o crime não perdoa. Não é fácil sair”, disse um amigo da vítima em entrevista ao 190rn.
Uma história de superação que o crime não perdoou.
Fonte: 190/RN
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