Terminou. Mais uma para conta. É do Brasil. É 2 a 1. Adiós, Espanha. Brasil Bicampeão olímpico.
É bi!
Yokohama é verde e amarela novamente. Mas desta vez com detalhes dourados. 19 anos após faturar o pentacampeonato mundial, o Brasil voltou à cidade japonesa para conquistar o bicampeonato olímpico. E foi sofrido. Diante da Espanha, o Brasil perdeu pênalti com Richarlison, conseguiu sair na frente do placar com Matheus Cunha, mas sofreu o empate de Oyarzabal e levou pressão no segundo tempo. Na prorrogação, porém, brilhou a estrela de Malcom, que deixou o banco para marcar o gol do título.
Quadro de medalhas
Esta foi a sétima medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio até o momento, a 19ª no total. Com a vitória deste sábado, a Seleção masculina de futebol entrou para o grupo de bicampeãs olímpicas, que conta também com Uruguai (1924 e 1928) e Argentina (em 2008 e 2012). O time canarinho é o que mais conquistou medalhas na história dos Jogos: sete, sendo duas de ouro, três de prata e duas de bronze.
Iluminado
Autor do gol do título, Malcom por muito pouco não foi ao Japão. O Zenit, clube russo em que ele joga, não aceitou cedê-lo para as Olimpíadas. Porém, após lesão do volante Douglas Augusto, a Seleção voltou a tentar a liberação do jogador e obteve sucesso. O atacante se apresentou no dia 19 de julho, apenas três dias antes da estreia, e se tornou o herói do ouro.
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